Sentada no autocarro, oiço atentamente o piano do filme francês que é de todo o nosso senso e conhecimento e que apazigua a alma.
Olho em meu redor, vejo o barulho, mas não oiço. Concentro-me na música singela e perfeita que me faz arrepiar os pequenos caracóis. Aqueles que conhecesses, que se escondem nas estrelas.
Sabes aquela sensação de uma coisa tão boa que até de dá vontade de chorar??
A sensação de que não consegues exprimir toda a tua felicidade e que consegues até esboçar o maior sorriso, que parece que vais rebentar com as bochechas?
A felicidade de querer mostrar o que sentes quando gostas de algo. Mostrá-la, escrevendo mais rápido que o tocar nas teclas do piano na melodia. Parece impossível não é?
Parece mentira, tamanha felicidade e contentamento, ainda por cima com um bando de gente, que não conheço, mas que vejo todos os dias. Nos mesmos locais, com as mesmas caras. Consigo até mesmo decifrar o que cada uma deles fará a seguir, de tantas vezes os ver.
Mergulho ali, na música, fecho os olhos e sorriso na pausa da escrita. Saboreio a parte favorita da música, fecho os olhos sem me importar que olhem para mim...ora ai está: As minhas bochechas outra vez.
Sem me importar que o estranho olhe para mim e sorri por eu estar tão feliz com o que oiço e não ter receio de o expressar. Reparo que lê o que escrevo e sei que está-se a rir por isso!
Dou-lhe um phone, coloco a música no repeat.
É estranho??
Pois eu sou assim: Gosto de partilhar o que há de bom, nem que seja a música daquele filme francês que é de todo o nosso senso e conhecimento e que apazigua a alma!
Olho em meu redor, vejo o barulho, mas não oiço. Concentro-me na música singela e perfeita que me faz arrepiar os pequenos caracóis. Aqueles que conhecesses, que se escondem nas estrelas.
Sabes aquela sensação de uma coisa tão boa que até de dá vontade de chorar??
A sensação de que não consegues exprimir toda a tua felicidade e que consegues até esboçar o maior sorriso, que parece que vais rebentar com as bochechas?
A felicidade de querer mostrar o que sentes quando gostas de algo. Mostrá-la, escrevendo mais rápido que o tocar nas teclas do piano na melodia. Parece impossível não é?
Parece mentira, tamanha felicidade e contentamento, ainda por cima com um bando de gente, que não conheço, mas que vejo todos os dias. Nos mesmos locais, com as mesmas caras. Consigo até mesmo decifrar o que cada uma deles fará a seguir, de tantas vezes os ver.
Mergulho ali, na música, fecho os olhos e sorriso na pausa da escrita. Saboreio a parte favorita da música, fecho os olhos sem me importar que olhem para mim...ora ai está: As minhas bochechas outra vez.
Sem me importar que o estranho olhe para mim e sorri por eu estar tão feliz com o que oiço e não ter receio de o expressar. Reparo que lê o que escrevo e sei que está-se a rir por isso!
Dou-lhe um phone, coloco a música no repeat.
É estranho??
Pois eu sou assim: Gosto de partilhar o que há de bom, nem que seja a música daquele filme francês que é de todo o nosso senso e conhecimento e que apazigua a alma!
(- Obrigada João, por me teres reconhecido do 2º Ciclo e não me teres achado estranha por te emprestar um phone.Oiçam agora isto e leiam novamente, sentirão o mesmo que eu senti: http://www.youtube.com/watch?v=2iF-fQIvRg)


2 pintas/quadrados:
nao consegui ver madrinha!
Sentado no autocarro oiço atentamente o som da kizomba que sai aos altos berros de um telemóvel sem phones. Olho ao meu redor e não consigo deixar de a ouvir. Concentro-me para a ignorar aquela música singela que me faz ter náuseas e vontade de projectar vómito a 3 metros de distância. Imagino-me a projecta-lo para a frente, para não sujar aquela minha farta juba que tu conheces…
Sabes aquela sensação de uma coisa tão má que dá vontade de pegar num martelo pneumático e perfurar um pé?
A sensação de que não consegues exprimir toda a tua raiva e que até espumas completamente da boca, que parece que vais rebentar com as bochechas? (não as tuas mas a de quem não e capaz de comprar a porcaria dos phones)
Parece mentira, tamanha raiva e frustração, ainda por cima por um bando de chungas que não conheço, mas que tenho que levar com eles todos os dias. Nos mesmos locais, com as caras cobertas para não serem reconhecidos. Consigo até mesmo decifrar o que cada um deles irá roubar a seguir, de tantas vezes os ver.
Saboreio a parte favorita da musica(que é quando acaba), fecho os olhos, a espera que não olhem para mim.. ora aí está eu a espumar da boca outra vez.
Importo-me que o estranho olhe para mim e sorri porque ele e os seus 10 amigos vão me assaltar. Reparo que traz uma ponta e mola e que está-se a rir por isso.
Dou-lhe um phone, um telemóvel, uma carteira, e lá vou eu outra vez. Todos os dias tenho que repeat esta merda…
É estranho??
Pois eu sou assim. Não tenho dinheiro para um carro, e lá tenho eu que partilhar as minhas coisas com esses chunguitos…
Por isso dona Mónica tenho é que começar a apanhar o seu autocarro que é bem melhor que o meu… eh eh. Bjooooooooooooooooo tenho saudades suas, anda desaparecida
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